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NEOABJECCIONISMO

O abjeccionismo baseia-se na resposta de cada um à pergunta: QUE PODE FAZER UM HOMEM DESESPERADO QUANDO O AR É UM VÓMITO E NÓS SERES ABJECTOS?- Pedro Oom .-As palavras são meras formalidades... O NEOABJECCIONISMO, n

NEOABJECCIONISMO

O abjeccionismo baseia-se na resposta de cada um à pergunta: QUE PODE FAZER UM HOMEM DESESPERADO QUANDO O AR É UM VÓMITO E NÓS SERES ABJECTOS?- Pedro Oom .-As palavras são meras formalidades... O NEOABJECCIONISMO, n

04
Jul13

TIREM-ME DESTE FILME DE TERROR!

NEOABJECCIONISMO


Tirem-me deste filme...porra!!! digo eu!

Tirem-me deste filme vergonhoso...porque é asqueroso...é monstruoso...é dispendioso...nem como figurante quero participar...nas cenas histriónicas de antes e depois...é um filme de terror...que nos apresenta um governo terrorista...abjecto...de gatunos verdadeiros, mentirosos compulsivos, senis...uma demência absoluta...

Que povo é este de onde eu nasci que se sujeita a esta malfeitoria? Que se dispõe a participar num filme que ficará na história como deprimente,indecente,indigno,catastrófico...que povo se verga à chantagem duma minoria desgovernada? 

Se não poder sair deste filme quero sair deste povo. Num filme Maquiavélico, depressivo, agressivo, ganancioso...com personagens nojentas...com tantas qualificações que se tornam inqualificáveis...é que eu não quero morrer...

pirei-me!!! jrg

17
Mar13

ESCRAVIDÃO AO DINHEIRO !

NEOABJECCIONISMO


foto pública tirada da net
*
ESCRAVIDÃO AO DINHEIRO
**
Olhem para aquele banqueiro
vagabundo sem pátria
que na vil sordidez se aguenta
cativo esbanja dinheiro
vendido à ganância que diária
suga o sangue pardacenta
*
olhem para aquele ser político
ciência da mistificação
não manda mais que acredita
no poder do vício etílico
que o dinheiro inebria a razão
escravo que escraviza a dita
*
olhem para aquele usurário
ganancioso de lucro
vegetal sem vida aferrolhado
da vida tão perdulário
que soma à cobiça o sepulcro
onde guarda o bem roubado
*
olhem para aquele comentador
tem o dom da oratória
com o qual a razão tenta iludir
rendido a dinheiro sem cor
vende a alma por uma história
dum pais preste a ruir
*
olhem para aquele empreendedor
ávido por ser o primeiro
a escravizar o homem ao produto
não faz nada por amor
vende sonhos que cativa por dinheiro
seu único salvo-conduto
*
olhem bem para aquele militar
garboso no seu uniforme
garante das leis da constituição
escravizado para lutar
defendendo quem lhe paga o pré em nome
duma ideia vaga de nação
*
olhem bem a massa dos indignados
cães raivosos na disputa do osso
distraídos lançam culpas aos do lado
desunidos para melhor roubados
da falsa liberdade que lhes cava o fosso
e os atira ao norte já confiscado
*
olhem para aquelas crianças sorrindo
de África Ásia ou Oceânia
das Américas mas também do Europeu
não querem dinheiro nem pão desavindo
um pouco de paz e de poesia
desfrutar da vida que alguém lhes deu
*
olhem p'ra aquela bela mulher
concebeu gerou criou
carinhosa a humana criatura
não quer dinheiro quer ser
do amor alguém que alcançou
viver a vida em ternura
*
olhem bem para quê tanta riqueza
há quem morra de fome
há quem morra a rebentar de fartura
há mais lobos no homem que na natureza
por uma única vez escrevam o nome
de quem vos ama e de quem vos tortura
***
autor: joão raimundo gonçalves (jrg)
13
Jan12

A MORTE DO FILIBUSTEIRO !...

NEOABJECCIONISMO

imagem pública tirada da net

A MORTE DO FILIBUSTEIRO...
***


era um homem triste
não foi amado nem amou
na casa grande enclausurado
no silêncio tilintante que persiste
sonhando por onde em tempos andou
usurário financeiro petulante e reformado
recolhido na melancólica solidão que lhe resiste

*

era homem solitário
nem amigos nem mulher alguma
filhos netos afilhados
era frio irascível de tão primário
onde a memória se esfuma
refém dos vãos poderes acumulados
alma escura d'avidez sectário

*

era um homem cómico
às vezes gritos de crianças
absurdas fantasias enganosas
sente vontade de sorrir um vómito
um arrepio patético vagas lembranças
num retorno a idades difusas mais viçosas
quando a brincar no meio do medo se via aflito

*

era homem de livros não lidos
telas peças artísticas para especulação
na casa tão imensa enjaulado
à mercê dos efeitos nos genes desvalidos
sem um gesto de amor ou emoção
académico de sangue neutro e iletrado

*

era o homem mundano
morre de tédio mal parado
à beira dum abismo monetário
insensível d'amor dejecto humano
no seio de tanta riqueza amortalhado
dizem na lápide que ali jaz o bom sicário
que um dia sufragou a morte ao povo insano

*

tinha olheiras profundas
mãos finas com minúcia tão delicadas
usava a mímica tragicómica
orador exímio de tantas palavras fecundas
mas de interpretações maradas
era um homem de alma triste eurofóbica
atestado em ideias imundas

*

morreu de desumanidade
trespassado dor agudizante
por um AVC e enfarte financeiro
sem tempo p'ra salvar a vacuidade
do tesoiro que fora sempre seu amante
morreu sem ter amado a si amor primeiro
não será lembrado por ninguém com saudade

autor: jrg

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