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NEOABJECCIONISMO

O abjeccionismo baseia-se na resposta de cada um à pergunta: QUE PODE FAZER UM HOMEM DESESPERADO QUANDO O AR É UM VÓMITO E NÓS SERES ABJECTOS?- Pedro Oom .-As palavras são meras formalidades... O NEOABJECCIONISMO, n

NEOABJECCIONISMO

O abjeccionismo baseia-se na resposta de cada um à pergunta: QUE PODE FAZER UM HOMEM DESESPERADO QUANDO O AR É UM VÓMITO E NÓS SERES ABJECTOS?- Pedro Oom .-As palavras são meras formalidades... O NEOABJECCIONISMO, n

01
Jan16

BRINDO A UM ANO DE CONSCIÊNCIA HUMANA!.

NEOABJECCIONISMO

anonovo1-150x150.gif

 

BRINDO A UM ANO DE CONSCIÊNCIA HUMANA!
 
A todas as minhas amigas...a todos os meus amigos atiro palavras ao tempo, angustiado pela desumanidade das relações humanas, entre famílias, entre grupos, comunidades e estados...penso MÁTRIA...exorto a consciência feminina para que se faça luz...a luz diáfana do amor...do humanismo...para que 2016 nos faça pensar um novo sistema de organização da vida...que 2016 nos iniba de ter medo...o medo de perder privilégios...o medo de não ter...ter...ter...que 2016 nos permita a veleidade de sermos mais humanos...intransigentes para com a desumanidade...que 2016 nos permita sermos mais racionais...usando a inteligência para nos desenvolvermos enquanto espécie livre de todos os preconceitos que as normas e as religiões, ao longo de milénios, nos impuseram como sacras...
jrg
dedico-vos estas palavras que alinhei em jeito de poema:
 
estalam foguetes
gritos e vivas
apodrecem nas sarjetas
os restos de iguarias
escorrem regatos de champanhe
apertam-se os corpos
beijam-se as faces os lábios
aquecem promessas
rogam-se desejos de mudança
enfim os sorrisos
rasgam de esperança
os rostos sombrios
que vagueiam na noite à procura
dum tempo novo..
jrg
04
Dez15

AS LÁGRIMA E OS RISOS SARCÁSTICOS DOS VAMPIROS NÃO CALAM A ESPERANÇA DOS ESFORÇADOS POR JUSTIÇA!!! TAMBÉM AS AVES DE RAPINA ENCOLHERAM AS GARRAS!!! * ESTÁ UM DIA FRIO...PRIMAVERIL!

NEOABJECCIONISMO

O Riso dos Vampiros.jpg

AS LÁGRIMA E OS RISOS SARCÁSTICOS DOS VAMPIROS
NÃO CALAM A ESPERANÇA DOS ESFORÇADOS POR JUSTIÇA!!!
TAMBÉM AS AVES DE RAPINA ENCOLHERAM AS GARRAS!!!
*
ESTÁ UM DIA FRIO...PRIMAVERIL!

*
há hoje no rio
uma doce calmaria
a maré vaza
deixa mais areia varrida p'lo frio
as aves cultivam harmonia
de quando em vez batem a asa
*
patos mergulhões
gaivotas pombos maçaricos
alvéolas e pardais
não trocam ouro nem milhões
são todos naturalmente ricos
sem fronteiras nem preconceitos infernais
*
não fora ser Outono
e seria talvez tempo de Primavera
aves doces destemidas
agora que venceram medo e sono
e que afastaram a quimera
das aves de rapina mais temidas
*
ao longe um vampiro
ainda ri e chora em desespero
outros rasgam a postura
antes cívica prepotente em bom retiro
grasnam ódio sem tempero
espumam impotência em raiva pura
*
há hoje no rio
uma doce e confiante calmaria
corre uma brisa d'esperança
as pessoas sorriem de novo luzem de brio
andam mulheres em nova correria
e em cada mãe renasce uma criança
jrg/SamuelDabó

07
Mai13

A insurreição das PALAVRAS... - CONVITE

NEOABJECCIONISMO
1968 - Estado de guerra
*
esta noite

quando todos dormirem

pego no vento

e fujo


autor: joão raimundo gonçalves (poema inserido no livro:A insurreição das PALAVRAS)
29
Set12

AS TÁGIDES VOLTARAM!

NEOABJECCIONISMO
cópia de tela de Nadir Afonso
**
AS TÁGIDES VOLTARAM!
**
prostrado à beira do Tejo
os meus olhos
procuram as Tágides antigas
tão de tanto belas
para que me sorriam
perfumadas
em aromas de poemas
*
tremelicam as luzes a norte
ao longo da marginal
pela fresca brisa beijadas
nada na negra noite
agita a mansidão das ondas do rio
que me refrescam
o lânguido pensamento
*
as Tágides morreram todas
fantasias de poetas
que nelas viam os sorrisos
da alta inspiração
doutro mote se faz agora
a terna poesia
uma flor uma ave ou mulher
*
estou às portas da cidade
escrevo e pinto
enrolado nos sons da melodia
que tem Lisboa
sobre os escombros onde sinto
sonhos de fantasia
num grito que em mim ecoa
*
ninguém sabe de que morreram
as Tágides  amorosas
ninfas do Tejo manjares
de poetas e poetisas
que naufragavam para serem amadas
nos cânticos e preces
amontoadas em orgias nocturnas
*
um rumorejo nas lisas águas
uma barbatana caudal
cabelos longos enrolados em rosas
Tágides ninfas ou musas
de versos cadastrados em sítios
seios cobertos de espuma
e sorrisos são elas as Tágides voltaram!
**
sulcam as águas da esperança
de onde vieram não sei
sobem o rio coloridas são amores
que o mar arrasta p'ra foz
saltam remoinhos reencontro de correntes
adamastores rendidos
aportam a Lisboa a acordar
autor: jrg
07
Set12

TRAFARIA ou o MITO DA ESPERANÇA MORTA!

NEOABJECCIONISMO
imagem pública tirada da net

«««//»»»
TRAFARIA ou o 
MITO DA ESPERANÇA MORTA
***

a vila pasma moribunda
de silêncio frente a Lisboa adormecida
um barco de pesca atraca sem ruído
no cais da lota enquanto o país se afunda
grita a gaivota alerta à vida
na mansidão do Tejo ouço um vagido
é a esperança que minh'alma ronda
*
é tempo de incendiarmos as palavras
inflamá-las de coragem e amor
e atirá-las sobre os vermes que avançam
incólumes sobre a terra que lavras
pela planície humana apavorada uma flor
que ao soprar dos ventos ranjam
as portas que na tua alma de combate abras
*
cheira a pólvora seca
fulminante ou rastilhos de uma revolta
explodem palavras obscenas
na vila onde um vagabundo disseca
a vida que parou à sua volta
caras vermelhas de indignação serenas
pela sordidez do poder à solta
*
é preciso salvar a esperança
vitima de minorias absolutas obscuras
dada à praia ainda em agonia
se for preciso convoquemos uma criança
ou mulheres livres de roupas escuras
para comandar a força da nossa cobardia
a vila treme a ver se Lisboa avança
*
e é todo um clamor a norte a sul
de mães e filhos saídas do silêncio a acordar
fecharam escolas asilos e tavernas
a estrada tomou da luz a cor do céu azul
fábricas escritórios bancos a encerrar
porque a esperança é o que faz andar as pernas
é a alma de viver fora do casul (o)
*
marcham bombeiros e polícias à paisana
chegam à vila dos passos os rumores
das vozes saem cânticos de esperança a renascer
Lisboa a fervilhar de emoção abana
é um país que se agiganta sem medos nem temores
por uma vez a verdade sem mentira vai vencer
num volte face sobre a loucura agreste e desumana
*
quem disse que a esperança morreu
ou que o silêncio a mataria por demência
não viu que havia gente a pensar
nem o ventre da mulher onde ela renasceu
só havia nas crianças essa consciência
quando sorriam sobre a tristeza dum povo a definhar
Vitória! em Portugal a Primavera amanheceu!

autor: jrg
21
Abr12

A IDEIA !...

NEOABJECCIONISMO
***
A IDEIA...
***
a IDEIA adeja
dentro e em volta de cada sonho
perturba a inacção
incita o pensamento a não temer a peleja
ao sou e não ao tenho
sendo a base do humanismo em formação
a IDEIA abraça e beija
*
a IDEIA vai na frente
bandeira da alma humanitária
agitada pelo vento
marcha no comando alegremente
combate a crise imaginária
lança foguetes de esperança sobre o tormento
a IDEIA fértil de semente
*
a IDEIA gera medo
aos agentes do poder à corrupção
porque exibe a alma pura
mostra a força sem qualquer segredo
porque não se cala o coração
na hora de romper esta absurda cercadura
a IDEIA desfaz todo o enredo
*
a IDEIA arrasa
espalha o pânico quando mostra a evidência
entre os facínoras entretidos
de como é fácil sem fortuna fazer casa
quando a alma toma consciência
sobre os destroços dos sistemas já falidos
a IDEIA assenta praça
*
a IDEIA  eureka é luz
porque alguém se dispôs a pensar
juntou traços desavindos
contra o ardil a mentira a opressão que reduz
uniu a soma de amizade com amar
despertou silêncios ergueu a voz abriu ouvidos
a IDEIA é a força que seduz
*
a IDEIA descobre saídas
onde todas as vias foram subtilmente fechadas
fura no tempo escava na memória
evolui como as crianças que se acham já crescidas
chama mulheres rufa tambores nas alvoradas
refaz da humanidade a nova história
a IDEIA não morre ante a violência das investidas
*
a IDEIA é o princípio
se a deixarmos morrer é o nosso humano fim
não a vamos deixar secar prender
antes elevaremos bem alto o seu bom auspício
plantaremos ideias à volta do jardim
que ninguém se atreva porque havemos de os vencer
a IDEIA é a arma da paz que vos envio
***
autor: jrg
12
Abr12

ESTA NOITE...

NEOABJECCIONISMO
 imagem pública tirada da net
*
1968 - ESTADO DE GUERRA
***
esta noite
quando todos dormirem
pego no vento
e fujo
jrg
*****
2011/2012 - ESTADO DE INDIGNAÇÃO
esta noite
quando todos dormirem
embrulhado no vento
de mãos dadas com uma mulher
deuses supremos
da razão ou do inconsciente
entraremos nos sonhos
abrindo as portas à consciência
dos que dormem
dos que acordados se atropelam
na dúvida no desassossego
e sussurraremos
a luz o som o cheiro sabor tacto sentido
num grito sem sonoridade
que ecoe pela alma a liberdade
de sermos gente
que estremeça e agite o pensamento
diremos foge
do estado infame da escravatura
de mãos dadas
confortados por entre mar e ventos
seremos fogo
nas coutadas gananciosas de poder
terra fértil
amor primavera das cinzas a renascer
venceremos!!!
*
autor: jrg
24
Mar12

DEUSA...MÃE...MULHER...À TUA ESPERA...

NEOABJECCIONISMO
foto pública tirada da net
*
DEUSA...MÃE...MULHER...À TUA ESPERA
não é um culto ou religião é a esperança Terra
*
um gato mia na madrugada
um cão solta latidos lúgubres
morcegos esvoaçam agitados sob os telhados
não há pontos luminosos no céu
a noite é cinza de nuvens condensadas
os meus pés tocam o chão de negro
toco em vultos de arbustos entre árvores fantásticas
rumores de pássaros inquietados
África geme no silêncio da sua inquietude
"civilizada" a retalhos desnutrida
de comida de água e de valores humanizantes
sopra o vento de sudoeste
sôfrego de varrer a absurda calmaria
a Ásia emerge das profundezas
contraditada contraditória imersa em obscuros desígnios
vai chover... raios de luz... trovões...
penso na América...na Europa...em plena sintonia
sob o declínio inevitável da abastança
caminho sem rumo na rota cósmica da esperança
tropeço em preconceitos decadentes
falsos pudores abandonados à ética insolvente
o piar do mocho arrepia-me
ou será uma coruja agoirenta ou o chiar do vento
Oceânia porque me interpelas de tão longe?
um rato morto dissecado por um vai e vem de formigas
a chuva forte faz um ruído estranho
na folhagem no asfalto no oleado que me cobre
toca-me fria e húmida de silêncio
quebrado no chapinhar pausado dos meus passos
quantos terão sobrevivido?
crucifixos amuletos restos de religiões obsoletas
resquícios de certezas na enxurrada
há quanto tempo caminho na procura da esperança?
dizem-me os sonhos que se refugiou algures
que importa não haverá mais dias meses nem anos
tão só dia e noite sol e lua...estrelas...
e não apenas eu ou nós caminhando a par do tempo
que se regenera em pousio a fermentar
*
quando de súbito um facho de luz intensa na escuridão
me dá a ver da rota recta a dimensão
vultos femininos almas e corpos em passos gigantescos
quero gritar mas não ouço mais que o vento
Ana...Rita...Marta...Maria...Joana...Sofia...Edite...Conceição...
sufoco a memória dói-me o pensamento
Paula...Marisa...Raquel...Rosa..Isabel...Luísa...Leonor...
nem me adianta correr por mais que o faça ou grite não alcanço
mas saber que não vou só dá novo alento
hei-de chegar à meta nova de que almejo a projecção
*
autor: jrg
(pária...apátrida...cidadão da MÁTRIA em construção...)
08
Dez11

MULHERES PARIRAM...O NOVO HUMANISMO !...

NEOABJECCIONISMO
imagem pública tirada da net
***
MULHERES PARIRAM O NOVO HUMANISMO!...
*
um grupo colorido de mulheres
ali de tanto pensantes
num monte de tempo acobertadas
em pétalas de malmequeres
tão belas de si almas amantes
olham estrelas douradas
chamam ventos evocam os saberes
**
movem-se no silêncio recatado
solenes de magia
espalham fluidos de esperança
sobre o mundo acocorado
regurgitam da memória a sabedoria
como se fora uma criança
num grito de amor bem temperado
**
em forma de nuvens adejando
sobre corpos inquietos
concebem nortes seguros arrojados
mulheres livres em bando
a pensar nos filhos de todas e nos netos
dentro do tempo enrolados
umas vezes rindo outras chorando
**
onde as sombras da noite escorregam
um fio de luz ainda rutila
de dentro dos olhos que se fixam na rotura
almas novas que almejam
rumos novos no vento que ao rugir sibila
rumores da nova era nascitura
sobre os vermes masculinos que rastejam
**
na friagem da noite intrusos expectantes
sobre seus próprios despojos
perdidos incredíveis sem lei que suporte
mais desmandos aviltantes
patriarcas usurpadores sem arte nos arranjos
que perpetraram sem norte
a submissão dolosa das amantes
**
pensam no topo do tempo esplendorosas
na derradeira aventura
entre flores e florestas à sanha poupadas
entre vento e mar venturosas
sobre o clamor de gente carente de ternura
pujantes de força saudadas
mães de toda a criatura delas saudosas
**
em seus ventres de orgulho embevecidas
preparam o tempo de parir
os genes a nova gesta de raiz humanitária
mulheres coragem bem vindas
consciências da memória colectiva a agir
sobre a teia do homem sanguinária
sedento de mais tantas guerras fratricidas
**
dissipa-se a bruma o sol resplandece
em feminino amanhecer
que azáfama...deusas sem trono nem descanso
há tanto que fazer o sol aquece
um novo humanismo espalha amor prazer
as aves chilreiam o mar é manso
cheira a Primavera o Planeta agradece
**
autor: jrg
06
Jul11

A ALMA DOS POVOS!...A ALMA PORTUGUESA!...E EU

NEOABJECCIONISMO

A ALMA DOS POVOS!...A ALMA PORTUGUESA!...E EU!...


«««//»»»

***

a alma dos povos
não se alevanta com lamurias
nem com medidas prepotentes de austeridade
nem com lutas fúteis fratricidas
nem com criticas de conduta

a alma dos povos 
empolga-se com emoções concretas
empolga-se com os estrategas a seu lado
empolga-se com valores de humanidade
empolga-se com o abrir da consciência

a alma dos povos
já não se alevanta a toque de tambores
nem com odes patriotas
nem com medos sorrateiros
nem com cortes na parca ementa

a alma dos povos 
empolga-se quanto maior for a sua dignidade
empolga-se pela auto-confiança
empolga-se pela expansão da alegria
empolga-se pelo acreditar da esperança

a alma Portuguesa
não se alevanta pelo miserabilismo
tão pouco com objectivos plenos de incerteza
sequer com mestres de ilusionismo
nem por artes de magia manhosa

a alma Portuguesa
agiganta-se pela grandeza do desígnio
agiganta-se quanto maior for a afronta
agiganta-se se cada um participar
com a medida da sua riqueza

da alma Portuguesa
eu sou um milésimo de milionésimo
ou pouco mais que zero  mas vivi
a alma lusa em momentos de excepção
peguem-lhe fogo qu'ela ateia mas ácido não

autor: jrg

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