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NEOABJECCIONISMO

O abjeccionismo baseia-se na resposta de cada um à pergunta: QUE PODE FAZER UM HOMEM DESESPERADO QUANDO O AR É UM VÓMITO E NÓS SERES ABJECTOS?- Pedro Oom .-As palavras são meras formalidades... O NEOABJECCIONISMO, n

NEOABJECCIONISMO

O abjeccionismo baseia-se na resposta de cada um à pergunta: QUE PODE FAZER UM HOMEM DESESPERADO QUANDO O AR É UM VÓMITO E NÓS SERES ABJECTOS?- Pedro Oom .-As palavras são meras formalidades... O NEOABJECCIONISMO, n

10
Jun12

TENHO SETE BILIÕES DE AMIGOS...

NEOABJECCIONISMO
imagem pública tirada da net
*
TENHO SETE BILIÕES D'AMIGOS
*
tenho sete biliões d'amigos
entre os humanóides
e muitos mais de espécies tão diversas
às vezes espreito as estrelas
do lado de fora a ver se vejo outra gente
numa órbita de amor
livre da sordidez apática financeira
*
tenho sete biliões de amigos
tantos tão diferentes
à deriva no celeste firmamento
uns têm pão e água
outros à mingua de alimentos
temos de comum ser na alma
uma criança que ainda não se achou
*
tenho sete biliões de amigos
cada um à procura de motivo para viver
uns são poetas pensadores ou seus contrários
outros são algozes de si mesmos
enredados nas teias de divinos medos
todos vivemos suspensos
da lei gravitacional e da memória
*
tenho sete biliões de amigos
encarcerados no degredo da humana história
divididos por mesquinhas uniões
que potenciam o ascenso de aldravões
destruindo muitos reinos naturais
em nome da mítica inteligência racional
que encobre
*
tenho sete biliões de amigos
à procura de resposta à sua identidade
uns sabem muito de tudo outros de nada
equilibrados por ligações fantasmagóricas
elegemos o ouro como riqueza metafórica
uns esbanjam o ar a água a terra fértil
outros ardem no fogo dos desertos
*
tenho sete biliões de amigos
ah se todos acorressem por um só de tantos sete
e num mítico apelo da razão
uma forma nova de viver reinventassem
onde cada um do outro seria irmão
onde todos acatassem a ordem natural das coisas
plantas mares animais ventos
*
tenho sete biliões de amigos
todos gerados num ventre duma mulher
todos nasceram nus
todos gritaram por comer por protecção e por afectos
que racionalidade os dividiu
em pobre e ricos? que deus ou por que lei?
se todos nasceram tão frágeis
*
tenho sete biliões de amigos
em toda a parte quero que sintam o meu amor
também pelos elefantes leões golfinhos
pelos cães gatos macacos tigres e tubarões
pelos rios mares serras e montados
florestas glaciares plantas e cidades entre as flores
o único poder que reconheço é o da força de viver
*
autor: jrg
04
Set11

REFORMAS...REFORMADOS...DO DIREITO... À SUBSERVIÊNCIA!...

NEOABJECCIONISMO

REFORMAS...REFORMADOS...DO DIREITO À SUBSERVIÊNCIA!...

Ninguém podia imaginar, há cinquenta anos, que os descontos para a Previdência, que consubstanciavam, também, uma precaução para depois do limite da idade , vulgo reforma, descontos, na sua totalidade, retirados da mais valia do trabalho gerado pelo trabalhador  e que, entre outras manigâncias financeiras, sustentou, significativamente, a guerra colonial, fosse posto em causa por uma geração visivelmente cansada de aturar o envelhecimento natural da espécie humana...
***
Hoje, com a nova engenharia de cálculos para atribuição de reforma, com o congelamento permanente da progressão dos valores pecuniários, face ao aumento do custo de vida, com o confisco, em forma de taxa extraordinária, de parte do 13º mês, com o previsível corte
nos valores das pensões, com os aumentos de transportes, electricidade, gás e outros bens essenciais de consumo, com a febre de reduzir despesas sociais até ao limite do absurdo, na saúde, na educação, na solidariedade social, as mentalidades mudaram...
*
hoje, as reformas são consideradas um peso excessivo "colossal" para o orçamento do estado...
hoje, os reformados sentem-se uns Párias que vivem à custa do erário público...
hoje, não faz mais sentido cuidar da saúde dos chamados idosos, porque tal prolonga a idade "insustentável" da reforma...
hoje, talvez as "mentes brilhantes" já pensem na instituição de um tecto limite de idade, a partir do qual, cessa a prestação da reforma...
hoje, o conhecimento adquirido é tido como escória, cuja mistura, pode conspurcar o ideal duma sociedade de "elites"...
hoje, há já quem pense na inutilidade da sua contribuição para a solidariedade do sistema, porque se antevê a extinção ou mutação pré-conceitual do conceito de direitos adquiridos, quando chegar a sua idade de os poder usufruir...
hoje, estamos no limiar da mudança para uma idade retrógrada, onde os mais capazes vingam sobre os despojos dos mais humildes...
***
Hoje, exorto ao espírito solidário que caracteriza a espécie humana...à "reinvenção" do amor sobre os seus diversos aspectos...ao entrelaçar das mãos e das vontades para resistir à voragem deste ciclo intermédio, desesperado, que se interpõe nas correntes de ar da efectiva mudança, da velha para a nova humanidade...vai dar-se um salto gigantesco...e nós, os descatologados do sistema, somos a diferença que faz a ligação positiva...sem nós...a humanidade seria um deserto polvilhado de idiotas mimicos...
**
autor: jrg

21
Mar11

A POESIA I...EFEMÉRIDE...

NEOABJECCIONISMO

 

A tábua Dilúvio da Epopeia de Gilgamesh em acadiano, por volta do segundo milênio a.C.

 

foto tirda da net

{#emotions_dlg.bouquete}

 

A POESIA - I

todos os anos no hemisfério norte
precisamente aos vinte e um deste mês de Março
se comemora e traça da poesia a sorte
entre cada Primavera e o sentimento esparso

todos os anos fazem atenta reflexão
poetisas e poetas de várias correntes estéticas
abrem a alma ateiam fogos na emoção
liricos dramáticos puros d'expressões ecléticas

todos os anos nasce tão Primaveril
em pétalas de esperança carregadas de amor
a poesia que sente da alma juvenil
o encanto que emana da natureza em flor

todos os anos é um acontecimento
adejando sobre o conflito humano permanente
que  fortalece  no amor o sentimento
da poesia ser na alma a alma de quem a sente

todos os anos de amor e dor amigada
desassossega a poesia nossa intemporalidade
seja qual for a língua por ela falada
no elemento que consubstancia a amizade

todos os anos fértil como a Primavera
renasce da argila do papiro da memória oral
desde há milénios é linguagem que tolera
toda a diferença humana que a torna imortal

todos os anos tão bela dúctil feminina
precisamente aos vinte e um deste mês de Março
a alma da poesia sorri por ser menina

na luz que brilha de ti em mim que não disfarço

 


 

jrg

13
Mar11

LIBERTAÇÃO DOS ESCRAVOS !!!

NEOABJECCIONISMO

{#emotions_dlg.redflower}{#emotions_dlg.blueflower}

 

*****

o dia amanheceu primaveril
depois de prolongada troca de mensagens
a actividade humana foi paralisada
ruas desertas lojas fechadas era Abril
nem sinal de gente nas paragens
os povos cansaram pela madrugada

lindo de ver os tão afoitos agiotas
à míngua de iguarias já famintos
desesperados de ter tanto e não ser
exibindo sem pudor nem resposta suas notas
suplicando comer e vinhos brancos tintos
tão frágeis sem abrigo antes de morrer

não se pagam as contas de gás e electricidade
nem as rendas arbitrárias da habitação
a água corre livre nas torneiras ruas e quintais
instituído o caos à revelia da autoridade
a memória colectiva a funcionar como razão
por entre gritos de vivas de nunca mais

por todo o planeta ocorre a agitação
saídos do cerco económico e financeiro
do trabalho sem glória do estudo sem emprego
os povos assumem de viver outra dimensão
extinguem o conceito em cada palavra ligeiro
que os condenava ao desassossego

exigem uma língua única uma só moeda
que o mundo global seja reduzido a uma só nação
que todo o ser humano tenha iguais deveres e direitos
que se salvaguarde da natureza a queda
que se distribuam os excedentes sem interrogação
que todos os seres sintam na vida seus proveitos

que seja estimulado sem segredos o conhecimento
que cesse a propaganda do marketing e da religião
que o mais forte não oprima o fraco sem recursos
que a sabedoria impere sobre o fingimento
que não se fabriquem bens impróprios por sofreguidão
que sejam extintos os privilégios fixos e os avulsos

que se extingam as armas e todos os exércitos
que a ciência não promulgue a indulgência na absolvição
que sejam repostas as leis usurpadas à natureza
que às espécies diferentes se reconheçam seus créditos
que seja assegurado o direito à liberdade de expressão
que cesse sobre a mulher a violência psicológica da tristeza



autor: jrg

22
Dez10

N A T A L ...???!!!

NEOABJECCIONISMO

foto tirada da net

 

{#emotions_dlg.bouquete}

***

não me preocupa tanto

que crianças não satisfaçam fantasias

na data induzida por encanto

pelos média e poderes sem demasias 

 

o que me preocupa e agonia

é que o sonho a fantasia desapareçam

do pensamento sendo mais valia

e crianças de fome e medo desfaleçam

 

não atormenta a minha dor

a data festiva de Natal convencionada

a orgia das dádivas do amor

sobre a hipocrisia de ser tudo ou nada

 

o que me desespera e inquieta

é ante a injustiça sentir a impotência

que leva o sonho da alma do poeta

e que adormece a humana consciência

 

não me fere nem incomoda

que me desejem felicidade pelo Natal

me perdoem a violência toda

que meu erro de julgar seja mortal

 

o que a alma me desassossega

é sentir que ordenaram nossas vidas

em nome do conceito que sonega

a liberdade de viver em plenas dúvidas

 

quero para todo o mundo farra imensa

comam bebam encham a pança

partilhem presentes esqueçam a sentença

que paira impunemente sobre a esperança

 

quero dizer que amor não tem data marcada

nem é único na humana virtude

todo o animal ama por instinto à descarada

só o homem degenera na atitude

 

não há credo nem religião ou seita que subsista

quando os códigos secretos se decifram

pela sabedoria do conhecimento inda que insista

a metáfora dos poderes que nos esmifram

 

quero saudar ateus cristãos judeus e islamitas

e todos os ramos da espiritualidade

dos mais humildes seres aos arrogantes e eremitas

não há amor maior que o da saudade 

 

autor jrg

09
Nov10

DOS AMIGOS

NEOABJECCIONISMO

se na proporção de amigos cento e dez

apenas um só se evidencia

eu sou de mil e cem justa prudência

de quem por amizade tudo fez

*

 se de cada mil e cem dez se mostrarem

neste caminhar da vida insano

serei de entre todo o ser humano

a esperança dos que em mim ficarem

*

sou mão estendida para levantar

nasci de uma mulher sou filho do mar

a alma cheia de palavras substantivas

-

se alguém me disser que somos vencidos

eu e mais dez dos meus amigos destemidos

digo não à morte e às medidas evasivas

jrg

20
Fev10

"QUANDO UM HOMEM SE PÕE A PENSAR!..."

NEOABJECCIONISMO

a lua é um fio dourado em foice crescente

a noite fria no silêncio da cidade

falamos de amor no jardim da alma transparente

trocamos beijos carícias sensualidade

 

em cada noite atraídas pelo luar

as palavras se libertam dos ancestrais conceitos

escorrem pelos corpos docemente devagar

deleitam-se e entram persistentes em nossos peitos

 

já não se ouvem grilos nem o cantar das cigarras

por sorte ainda cintilam no céu estrelas

damos as mãos sorrimos quando me olhas ou agarras

desembrulhamos segredos ocultos nas almas belas

 

lembro de ouvir dizer aos cientistas

que a máquina viria devastadora substituir o homem

gerando abastança e desgraças nas conquistas

dum lugar seguro entre blocos de cimento e a desordem

 

lembro que a ideia era dar tempo à vida se realizar

reduzir o esforço e a carga do horário

enriquecer o homem no lazer em sabedoria e em pensar

não era atormenta-lo com encargo e sem emprego triste binário

 

entre o tempo de pensar e o deleite de amar

a lua percorre a sua rota envolta de magia

sorri e tem olhos que entram na alma para a encantar

tem um halo de mistérios que nos provoca e inebria

 

porque viemos que tempo é este que nos espera

enlaçamos os corpos na ansiedade da procura

sabemos que o homem deixou de pensar que desespera

que entregou à máquina esse esforço sem alma nem ternura

 

autor: JRG

 

 

 

 

 

  

05
Fev10

A CONCORDATA DA OPOSIÇÃO!...

NEOABJECCIONISMO

 

 

 

foto tirada da net

 

Que viva eterno no belo jardim seu presidente

Ele conseguiu ter contra si toda a Nação

Apesar de não haver mais quem o aguente

Ele virou de truão a boa gente para a enfatuada oposição

 

Numa ilha onde grassa o endividamento

É moda pagar tarde ou nunca a quem fornece se é do Continente

Não sendo de estranhar o patriarcal sentimento

Com que acolhem a prepotência insigne do seu presidente

 

Estranho é ver a unicidade de grupos políticos diletantes

No aprovar da lei que gerou toda a discórdia

São só migalhas dizem rebarbativos concordantes

Fazem pensar que são parte do presidente nesta mixórdia

 

Por artes de magia ou por ingenuidade Continental

O rendimento per capita é maior no pedinte que no dador

Ou porque a medida é feita de comum e desigual

Ou é na área do presidente que a capitalização do lucro inclina a seu favor

 

Como disse a seu tempo um controverso estadista oriental

“Uma faúlha pode incendiar toda a pradaria”

Assim esta lei das finanças regionais é um pretexto ocasional

Para evidenciar a singularidade da nossa mediania

 

 Tenham vergonha o povo vota não à concordância

Em torno de jardim o truão presidente

Mal-educado insolente homem de mão da manigância

Se alguém ceder que se demita o povo não se revê em quem lhe ferra o dente

 

Autor. JRG

 

31
Jan10

A LEI DOS CASAMENTOS GAY E O ORÇAMENTO DE ESTADO...

NEOABJECCIONISMO
Os doutos comentadores
 


Ainda não se aperceberam


Que entre engenheiros e doutores


Os gays se antecederam




Primeiro foi aprovado


Entre aplausos do parlamento


O direito antes privado


Dos gays ao seu casamento




O presidente bem que blasfemou


Contra esta lei dita pela igreja contra a natura


Como se fosse um qualquer deus quem aprovou


A constituição dos genes que o corpo apura




Posta a lei em brusco movimento


Logo correram editais


Para que se aprove o orçamento


São precisos dois casais




Muitos se fizeram rogados


Exigiram explicações


Em comunhão de bens ou separados


Ressalvadas as devidas proporções




Litigaram no orçamento a partilha


Entre a despesa e a receita


Quanto fica a dividir pela matilha


Não levando o povo mais desta feita




Houve ciúmes lamentações desavenças


Uns concordaram entre sessões


Outros prometeram dizer sim e não como crianças


Mas concordaram não ser tempo de obsessões




Quem observar a vida quotidiana


Não pode dizer mal da situação


Correm notas paralelas por certo nesta gincana


Os combustíveis sobem aumenta no trânsito a confusão




Nos hipers nas discotecas nos casinos


A euforia não descola seja a crédito ou a pronto salva-se o brio


Não se pode contemplar no orçamento tais desatinos


Em nome do emprego e do orçamental equilíbrio




Sobem livres de taxas os lucros financeiros


Mais-valias criadas por cérebros de engenharia


A corrupção genética ganha companheiros


Ganham num dia o que o povo inteiro não ganharia




 
Já não importa fabricar novos produtos


O importante é a venda fictícia de ilusões


É mais fácil criar ideias fúteis que atributos


Não deixam desperdícios e nas crises geram fusões

 

 
O problema dizem é todo da educação

 
com a iletracia geral do entendimento

 
os sindicatos de professores confundem a Nação

 
o problema não é o estudo a competência é o orçamento




Em última instância inventam-se pandemias


Obrigam-se os povos a contribuírem


Afluem fluxos do tesouro sobem as arritmias


Os povos desesperam sem amor para se unirem




A justiça é uma panaceia viciada


Salvaguardada na superior teia legislativa


É concebida à medida dos crimes de cara lavada


E arbitra livremente a contento toda a comitiva




Há vozes discordantes sobre o modelo da economia


Uns querem que o estado apenas trace as linhas


Que entregue os bens supremos salve da crise a ignomínia


Outros que assuma do poder nossas vidinhas




Ouvido apenas quando se trata de eleger


O comum do povo discute nos bares o futebol


Desenrasca-se como pode da avalanche do poder


Entretém-se a discutir pequenas manchas de lençol




 
Em toda esta circense palhaçada


Só um palhaço será tristemente rico no momento


O jardim colorido da Ilha da Madeira


Ao descobrir no pote e no penico o tesouro do orçamento






Autor: JRG
17
Jan10

MANIFESTO POÉTICO

NEOABJECCIONISMO

ouviu por estes dias relatos horripilantes

leu na internet testemunhos da cruel  realidade

o poeta que pensava ter do mundo uma visão correcta

com as ditas  ajudas solidárias às almas sobreviventes

estarreceu  ao conhecer a nudez forte da verdade

e deu um grito de alerta a todo o  Planeta

 

o Haiti é uma mancha macabra da humanidade

uma pérola da miséria humana dos teres e dos haveres

 o controlo Americano é a vergonha dum povo em declínio

há povo que come e bebe os restos da promiscuidade

ante a  beleza exuberante da paisagem o exercício dos poderes

não há eras de glória quando à volta se espalha morticínio

 

que se cale dos G-7 oito ou vinte a vil cobiça

que se erga em uníssono a voz possante da multidão

contra o sobre mundo altivo que de falinhas mansas nos cativa

espalharam medos drogas pandemias guerras de carniça

usaram povos numa escravatura moderna de afeição

estão a nu o homem livre já sabe o que os motiva

 

é o tempo certo de sacudir de vez do verbo haver

toda a pressão da propaganda que nos aglutina o pensamento

convoco os sábios a unirem os pontos mestres da razão

que o homem desesperado ao encontro da resposta diga não ao ter

convoco as mulheres a assumirem a liderança do momento

não há mais tempo não pode morrer mais gente na ilusão

 

o poeta agita-se na levitação da alma sem parar em seu redor

Haiti Uganda Palestina Brasil Índia África Portugal

e quantos mais paraísos turísticos abissais

em cada país dito civilizado e de primeira instância há um terror

o da insidia perversa que submete a natura ao virtual

já se ouve um clamor são vozes de mulheres são sinais

 

autor: JRG

 

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