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NEOABJECCIONISMO

O abjeccionismo baseia-se na resposta de cada um à pergunta: QUE PODE FAZER UM HOMEM DESESPERADO QUANDO O AR É UM VÓMITO E NÓS SERES ABJECTOS?- Pedro Oom .-As palavras são meras formalidades... O NEOABJECCIONISMO, n

NEOABJECCIONISMO

O abjeccionismo baseia-se na resposta de cada um à pergunta: QUE PODE FAZER UM HOMEM DESESPERADO QUANDO O AR É UM VÓMITO E NÓS SERES ABJECTOS?- Pedro Oom .-As palavras são meras formalidades... O NEOABJECCIONISMO, n

08
Out17

A ABOLIÇÃO DA GUERRA!...

NEOABJECCIONISMO

PAZ.jpg

n*

foto pública tirada da página INCA do Facebook

...

A ABOLIÇÃO DA GUERRA
*
a guerra
quer seja atómica
ou tiro de pólvora queimada
a Terra
hipocrisia cómica
ou a tragédia da alma penada
*
só pode desejar a guerra
quem a não viveu
na sua mais triste crueldade
gente indefesa sem terra
relâmpagos de fogo na noite de breu
onde não há paz não há liberdade
*
amigo humano
meu irmão da humanidade
diz não à guerra
não há poder por mais insano
nem maior barbaridade
que aceitar queimar a terra
*
afinal quem somos nós inteligentes
para semear a violência
destruindo vidas casas e haveres
a mando de tenebrosas mentes
sem pudor de matar nem consciência
meros robots de ignaros seres
*
a guerra
é sangue medo terror destruição
que dá lucro a criminosos
ganância inveja com a razão perra
é tempo de amar com o coração
dando as mãos e abraços portentosos
*
sendo que o pensamento é ouro
o amor fecundo gema pura diamante
a razão apura a inteligência
cidadãos do mundo não ergueis um muro
nem permitas no poder um meliante
levantemos da Humanidade a consciência
*
hoje que a paz foi premiada
é tempo de enterrar machados de guerra
seja sempre bem vindo quem vier por bem
declaremos o fim da fronteira fechada
sem medo que o eixo se desprenda da Terra
que todo mundo grite Viva a PAZ a MÁTRIA a MÃE!
jrg

26
Jan17

A HUMANIDADE DÁ-LHES UM TEMPO-DEPOIS DEITA-OS AO LIXO DA HISTÓRIA

NEOABJECCIONISMO

Mundo sem divisões 1.jpg

imagem pública tirada da net

***

A HUMANIDADE DÁ-LHES UM TEMPO
DEPOIS DEITA-OS AO LIXO DA HISTÓRIA
*
ao princípio
não havia paises nem continentes
até que o homem rastejante
aprendeu a ser erectus sobre o precipício
descobriu e lançou sementes
e partiu para conquistas indignantes
*
não ter medos
nem de gigantes nem de mediocres
Chinas Índias Coreias
Alemanhas Américas Russias penedos
a preto e branco ou a cores
seremos humanidade sem torres nem ameias
*
não há divisões
de terras que geram fronteiras
que impedem
a livre circulação de homens e de leões
não há muros nem barreiras
a terra armadilhada para que a querem?
*
Não há nações
nem pátrias que semeiam vendavais
que conquistam e escravizam
que impõem leis contrárias às razões
que povoaram o mundo de animais
chega de nacionalismos que vandalizam
*
não há tostões
nem rúpias nem dólares euros Yenes
acabou dinheiro e oirama
uma tragédia o pensamento de milhões
iluminou-se modificou genes
e fez-se humanidade de humana chama
jrg

15
Out14

PODIA SER UMA TURMA SÉNIOR NA UNIVERSIDADE DA VIDA

NEOABJECCIONISMO

 

Podia ser uma turma a frequentar a Universidade da vida, na sua parte mais imaterial, e talvez fosse, ou seja, com brincadeiras inocentes e ou maliciosas, ditos da alma como quem se liberta de uma pressão aglutinadora de anseios, de sonhos, de preconceitos e se ousa expor confiante de aprender com as vivências, sem mácula, sem soberba nem certezas, apenas de si. Partilhando, partilhando-se, depurando da vida real as incertezas, a atitude impura exaltando do ego a esfusiante euforia de viver.  A liberdade do ser que vai sendo, a paz, a alegria,  a luz, o saber de aprender, o amor, a amizade, o aroma das maresias da alma.

_A alegria, ás vezes irónica de Teresa, membro decano da turma, alma poética de uma sensibilidade excitante que exala juventude, os olhos azuis claros como lago de águas puras onde descansam nenúfares. O cabelo prateado sobre o ouro da sabedoria. O Porto é o seu reduto, cidade esbelta, o sol e o mar…

_Astrid Annabelle, Brasileira irmã de língua e genes, que cultiva a virtude de se doar inteira, repartindo-se por inúmeros locais de partilha humana, autora, criadora de sistemas de entreajuda, amiga de alma e na alma, espiritualista não convencionada, de dentro de si.  Mulher da cultura multidisciplinar que nos honra com a sua disponibilidade. Um mimo da humanidade neste recanto, vinda da Mata Atlântica com um olhar Amazónico sobre a paz.

_As gargalhadas cristalinas de Paula, bela, os mistérios encantados em que nos envolve, nos seus doces olhos verdes. Encantadora.  A alma apaixonada, o amor e a ternura que são o mote da amizade a que se dedica, as convicções do que significa certo na sua concepção, a inocência assumida quando se dispõe a libertar de si a criança que subsiste ávida de  divertimento e de atenção. Paira sobre Sintra e olha com nostalgia a paisagem Beirã.

_Rosa, amante eximia da poesia, incompreendida, mal amada, mas de onde ressalta a alma que se encanta do desencanto e parte como louca na descoberta do seu mundo, ou de um outro mundo onde se permeiem os sentimentos belos que nela são a luz de um outro olhar que teima em  evadir-se, temer-se de se encontrar. E é de Sintra, a bela, medieval, que se lança nesta aventura de dizer.

_Linda Fatinha, de onde os olhos grandes, castanhos como os cabelos compridos sobre os ombros, nos olham, mansos, sorrindo, na falta do sorriso que os lábios cerrados fazem pensar não ter a empatia do fotógrafo. Comentadora com palavras sinceras, simples, de todos os escritos e que nos presenteia com textos próprios ou alheios que procuram ser uma via para o nosso conhecimento de nós. Mulher do Norte, o Porto a viu crescer  como mulher e lhe dá vida e renascer em arte e em amor.

_Diana, tão doce nas palavras, os olhos infinitos que procuram em volta a dor e um sorriso que a conforte, que nos traz da natureza a quietude e da alma humana o sublime sentir da amizade. Quando falas estremeces o meu coração de menino intimidado. E no entanto, tudo é belo em ti, e sábio, do Minho lindo, onde Barcelos é apenas um espaço da vivência.

_A poesia de TiBéu que canta a saudade o amor eterno na infinitude do amor visceral, a maravilha do seu olhar sobre o belo que nos rodeia e que nos trouxe nas fotos de extrema beleza que traduzem a sua sensibilidade para a vida, a harmonia, a paz,  a consciência de ser um elo de cadeia que une e revigora. È de Leiria que me vem o teu olhar nobre e poético, o som harmonioso e feliz das tuas gargalhadas.

_Os contos eróticos de Ricardo, tanta ternura, a vida refulgindo nos mistérios da aventura de viver. Prosa cuidada, expressão madura, vem vindo, a dar-se a nós sempre que pode, ele é alguém que aviva o lume permanente do mundo poesia. E é Leiria o seu berço de onde emana pura sua amizade.

_Nayoko, porquê tanta amargura, sinto tanto que muito do que tu és e sentes se perde no silêncio que é ainda memória na memória das palavras. O teu sorriso, quando nos olhas firmemente, ilumina a página de onde sobressai a tua alma pura. Na margem sul do rio que banha a Capital és a rainha, acredita na tua imensa sabedoria.

_O Bruno contempla o mar revolto, inquieta-se no deslumbramento de se olhar menino, de vez em quando desperta-nos para uma realidade que se esconde na solidão do ser, a de que somos apenas uma gota minúscula que teima em sofrer. Chamo-te à alegria. Do Porto onde o trabalho é lei, ganha a força. És capaz de grandes ousadias e tens a vontade de vencer.

_Dreamer, ou o sonho belo da menina que pensa e vive o ser mulher e se constrói plena de vida, excitante na rebeldia da sua juventude. Tão profunda, tem o dom das palavras que seguem um rumo na descoberta do amor e do sentido que viver indica, é bela. Tem tanto para partilhar, linhas esbeltas de escrita, mas penso que ela não acredita quão sábios são os seus pensamentos.

  Princesa de Sintra que Lisboa namora com ansiedade de a ver revelar-se desnuda de medos, confiante dos valores que a constituem.

 

_A pobre_o_tanas, imagem colorida de uma mulher menina, doce e terna, amiga do coração, uma alma que se oculta na face mais exposta, tímida, a alma, que ela não. Ela é a coragem definida na ironia das palavras. Marcas salientes, sorriso abrangente.  Olhar de avisos à navegação. “olhem que eu não!...” é bela, linda …tem dotes valiosos e tem da vida a paixão. É da raia de Lisboa, da leziria exuberante e fruto de amores desavindos, tão profunda, esta menina que me traz cativo de amigo.

_Evoco a beleza de Laura que nos deixou imagens e palavras sedutoras, de Terras da Maia, Porto profundo, desavinda com a vida e da vida o amor, desilusões pungentes e nós que queriamos tanto agarrar a sua mão, manter-lhe o sorriso e a esperança. Sermos parte dela, da reconquista do ser...

_Da beleza etérea do Funchal, repartida entre Lisboa e a Ilha pérola, Neide, vincos na alma, que encanto de mulher. Belo o que pensa e escreve de onde se evidenciam os vincos que fazem dela um ser ainda maior que cresce e amadurece a cada momento que respira, deixou-nos apenas um principio de grandeza de alma, por isso lhe sinto mais a falta, porque imagino o bem que nos faria.

 

28
Jan14

LANÇAMENTO DO LIVRO: O DESASSOSSEGO DA MEMÓRIA - ALTERAÇÃO DO LOCAL.

NEOABJECCIONISMO

 

 

LANÇAMENTO DO LIVRO: O DESASSOSSEGO DA MEMÓRIA - ALTERAÇÃO DO LOCAL -

 

O EVENTO REALIZA-SE NO HOTEL FONTE CRUZ

Avª da Liberdade, 138-142 - Lisboa

 

espero por vós para partilharmos sorrisos

saudações do jrg/SamuelDabó

 

17
Jan14

CONVITE - LANÇAMENTO DO LIVRO " O DESASSOSSEGO DA MEMÓRIA

NEOABJECCIONISMO

 

 

 

 ***

Sinopse da obra
O livro, “O Desassossego da Memória”, procura ir
ao encontro da memória do homem enquanto espécie
natural não massificada pelas religiões e pelo fatalismo
da liderança dos poderes compulsivamente emergentes:
militares, económicos e financeiros, em busca do homem
real, consubstanciado na sua animalidade e na alma
feminina.
É um livro contra os preconceitos e que considera 
a sexualidade como um motor de libertação do 
inconsciente profundo… uma sexualidade atenta aos 
instintos perversos sem desrespeitar a animalidade de 
que somos possuídos… mas contendo-a nos limites da 
consciência em que cada um se movimenta… 
É a mulher que comanda as emoções.
Porque a memória é o factor principal do desassossego
de viver aqui se procura evidenciar o papel da
mulher em todo o desenvolvimento humano e o obscu-
rantismo a que foi votado o seu pensamento ao longo de
milénios.
A história do romance vive-se num ambiente de
demência política e cultural com a transformação do
mundo em decadência e à procura dos alicerces para um
novo Humanismo.
O autor convida-vos ao salutar exercício de pensar,
simplificando o raciocínio em toda a sua amplitude…
SAMUELDABÓ/jrg

26
Dez13

27 DE DEZEMBRO DE 1945

NEOABJECCIONISMO

 

*

27 DE DEZEMBRO DE 1945

*

vivo esta minha loucura

entre a crença do destino

e o desespero de nada fazer sentido

se regurgito mulher auguro

um desafio à mente em claro desatino

com o másculo rigor apodrecido

*

um raio de luz sol de luar

que matiza de energia

o segredo aferrolhado de ter nascido

de onde vim senão do mar

ou das profundezas da terra em agonia

serei semente ou átomo perdido

*

e se eu fosse uma semente germinada

por fusão a frio desconhecida

experiência galáctica sem fins lucrativos

exorto a minha mente tresloucada

a ver se encontro na memória escondida

os registos ou contornos escondidos

*

 

mas só encontro restos fragmentados

de pensamentos sortidos

o que me salva é a mulher cata-vento

que me concerta os  bocados

e me indica rumos novos convertidos

é ela tão formosa o meu sustento

*

se ao menos eu visse a luz dum sinal

que a humanidade avança

libertada das hienas e dos chacais

acatando cada outro como igual

teria valido a pena nascer sendo criança

cativa de direitos tão desiguais

 

jrg/SamuelDabó

21
Dez13

EM 2014 PODE SER...

NEOABJECCIONISMO
**
EM 2014 PODE SER...
*
que cada homem mime uma mulher
com um sorriso de luar
se for de amante que seja um beijo
quando a meia noite acontecer
se for de amigo com um doce olhar
se desconhecido com um desejo
*
vamos mudar o rumo novo de viver
expulsando os criminosos
os que pensam que só eles têm direitos
no dealbar do dia amanhecer
saudando os que ficaram com gestos carinhosos
olhando com ternura nossos defeitos
*
só temos este mundo haja o que houver
ergamos uma muralha resistente
contra a espécie ignóbil de hiena humana
que a riqueza do amor e do saber
nos mude o pensamento e de quem mente
a favor da vida mediana
jrg
30
Nov13

ACORDEM! NÃO SOMOS DONOS DE NADA!

NEOABJECCIONISMO
imagem tirada da net
*
ACORDEM!
NÃO SOMOS DONOS DE NADA!
*
vieram duma outra galáxia
a ver se nos conheciam
se éramos gente ou matéria inflamada
a viver numa mórbida asfixia
de ideias gaseadas que à partida faliam
prestes a explodir daqui a nada
*
o tempo voa
inexoravelmente sobre os despojos
fragmentos do homem
ingénuo umbilicalmente desligado
do exercício cismático
que eleva e exubera o acto de pensar
*
o planeta ardia visto de fora
em lenta e conturbada combustão
se éramos gente seria engano
porque nenhuma espécie se dava como penhora
por uma ideia vaga de nação
mas se era matéria o que viam de que tipo humano?
*
crescem flores silvestres
na berma dos passeios pela cidade
como um retorno selvático
ao sítio onde o vento as pousara antes
do homem tomar assentamento
crescem para apagar ruínas pendentes
*
os galácticos pasmam
perante o fausto o desespero a inacção
os desarticulados liames
que se interligam e mais à frente se rasgam
sem que provoquem reacção
nem um fluxo de decência a erigir os ditames
*
que desejo é este de barbárie
por ausência absurda de humanidade
que acorda e sufoca toda a gente
como quem desperta dum sonho pesado
com fantasmas de todos os tempos
custa a acreditar que são tempos novos
*
e resolvem pôr ordem no universo
um vento ciclónico varre a ideia de ganância
uma brisa espalha a nova dimensão
o sentido da vida é feminino não o inverso
é interdito ceder à manigância
proclamam o dever catársio da razão
*
é um hiato no tempo
penso alongando o abismo da memória
involuntariamente tardia
porque ninguém cede senão à violência
dos que metaforicamente a provocam
ou a dos que no sufoco sacodem a indignação
*
vieram duma galáxia distante
não trazem armas nem ódios nem sofismas
injectam nos genes uma só língua
um só desígnio o da alma humana pensante
um clarão de luz de estrelas raríssimas
reparte abundância por crianças à míngua
*
as palavras trazem nova sensatez
angústias desavenças tornam-se voláteis
religiões pátrias jazem falidas
irrompem sinfonias poetas e artistas à vez
os mais fortes amparam os frágeis
as roseiras defendem com picos as rosas floridas
jrg
22
Set13

MÁTRIA . A GÉNESE...

NEOABJECCIONISMO
foto tirada da net
**
MÁTRIA - A GÉNESE
**
assim como a natureza
gerou do caos a vida
também eu mulher gerei o homem
quero indagar com a certeza
de quem me condenou a ser inválida
para governar esta desordem
*
perscruto fundo a consciência
juntando fios da memória
às deusas míticas aos deuses desvalidos
para que se faça luz à evidência
de eu mulher ser quem faz a história
apesar de tantos desmentidos
*
não basta que seja adulada
pelo eufemismo da virtude
ou por ser do belo extra sensual
o que quero é ver validada
a mais-valia que sou em atitude
como mãe da vida estrutural
*
a mente masculina
inventou um jogo de poder que é perigoso
onde o todo é submissível à ganância
mentindo e prometendo a paz mais columbina
enquanto faz a guerra para seu goso
ejaculando palavras absurdas de jactância
*
a involução trouxe a mulher
para a frente do combate
que se trava aberto em cada pensamento
contra a estupidez absurda do saber
que teima em condenar os fracos para abate
para gáudio de mais um emolumento
*
esta nova mulher é substantiva
não usa rímel nem corantes
nem se permite o vexame de ser usada
pensa uma vida nova que a cativa
para lá da luxúria do dinheiro e dos amantes
que a querem presa e bem casada
*
esta nova mulher é toda a consciência
da miséria moral da servidão
a que a ordem mundial condenou os povos
ela é a deusa humana em evidência
perfumada de amor luta na frente em contramão
ciente que traz no ventre rumos novos
*
Mulher...
por jrg
17
Ago13

VOLTA MULHER-mulher-DEUSA-MÃE!

NEOABJECCIONISMO

**
VOLTA MULHER-mulher-DEUSA-MÃE
*
escavei a terra
drenei a água tanta acumulada
remexi no húmus
a ver se via o vulto da Mulher vera
extinta na noite calada
pelos homens de deus sem rotas nem rumos
*
mergulhei no mar
abismo profundo entre corais
remexi lodos e areias
a ver se via a Fêmea titular
das sementes fatais
que cavaram fossos em volta das ameias
*
perscrutei nos céus
à revelia da corrente dos ventos
remexi gases interditos
a ver se via a Mãe do homem sem véus
cativa de seus tormentos
para a trazer de volta aos dias malditos
*
olhei o fogo que ardia
imaginei figuras que nele gritavam
remexi a memória antiga
lá estava intacta a Deusa ainda mexia
os crimes da história agonizavam
no inconsciente percurso sem deus que nos diga
*
pensei que estava perdida
Mulher-mulher Deusa Fêmea vestida de Mãe
mas estava apenas à minha espera
sabia que o caos pelo mundo clamaria a vencida
na falta da luz e da brisa d'além
volta e perdoa a febre de medo que a tirania esmera
*
jrg

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