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NEOABJECCIONISMO

O abjeccionismo baseia-se na resposta de cada um à pergunta: QUE PODE FAZER UM HOMEM DESESPERADO QUANDO O AR É UM VÓMITO E NÓS SERES ABJECTOS?- Pedro Oom .-As palavras são meras formalidades... O NEOABJECCIONISMO, n

NEOABJECCIONISMO

O abjeccionismo baseia-se na resposta de cada um à pergunta: QUE PODE FAZER UM HOMEM DESESPERADO QUANDO O AR É UM VÓMITO E NÓS SERES ABJECTOS?- Pedro Oom .-As palavras são meras formalidades... O NEOABJECCIONISMO, n

15
Out14

PODIA SER UMA TURMA SÉNIOR NA UNIVERSIDADE DA VIDA

NEOABJECCIONISMO

 

Podia ser uma turma a frequentar a Universidade da vida, na sua parte mais imaterial, e talvez fosse, ou seja, com brincadeiras inocentes e ou maliciosas, ditos da alma como quem se liberta de uma pressão aglutinadora de anseios, de sonhos, de preconceitos e se ousa expor confiante de aprender com as vivências, sem mácula, sem soberba nem certezas, apenas de si. Partilhando, partilhando-se, depurando da vida real as incertezas, a atitude impura exaltando do ego a esfusiante euforia de viver.  A liberdade do ser que vai sendo, a paz, a alegria,  a luz, o saber de aprender, o amor, a amizade, o aroma das maresias da alma.

_A alegria, ás vezes irónica de Teresa, membro decano da turma, alma poética de uma sensibilidade excitante que exala juventude, os olhos azuis claros como lago de águas puras onde descansam nenúfares. O cabelo prateado sobre o ouro da sabedoria. O Porto é o seu reduto, cidade esbelta, o sol e o mar…

_Astrid Annabelle, Brasileira irmã de língua e genes, que cultiva a virtude de se doar inteira, repartindo-se por inúmeros locais de partilha humana, autora, criadora de sistemas de entreajuda, amiga de alma e na alma, espiritualista não convencionada, de dentro de si.  Mulher da cultura multidisciplinar que nos honra com a sua disponibilidade. Um mimo da humanidade neste recanto, vinda da Mata Atlântica com um olhar Amazónico sobre a paz.

_As gargalhadas cristalinas de Paula, bela, os mistérios encantados em que nos envolve, nos seus doces olhos verdes. Encantadora.  A alma apaixonada, o amor e a ternura que são o mote da amizade a que se dedica, as convicções do que significa certo na sua concepção, a inocência assumida quando se dispõe a libertar de si a criança que subsiste ávida de  divertimento e de atenção. Paira sobre Sintra e olha com nostalgia a paisagem Beirã.

_Rosa, amante eximia da poesia, incompreendida, mal amada, mas de onde ressalta a alma que se encanta do desencanto e parte como louca na descoberta do seu mundo, ou de um outro mundo onde se permeiem os sentimentos belos que nela são a luz de um outro olhar que teima em  evadir-se, temer-se de se encontrar. E é de Sintra, a bela, medieval, que se lança nesta aventura de dizer.

_Linda Fatinha, de onde os olhos grandes, castanhos como os cabelos compridos sobre os ombros, nos olham, mansos, sorrindo, na falta do sorriso que os lábios cerrados fazem pensar não ter a empatia do fotógrafo. Comentadora com palavras sinceras, simples, de todos os escritos e que nos presenteia com textos próprios ou alheios que procuram ser uma via para o nosso conhecimento de nós. Mulher do Norte, o Porto a viu crescer  como mulher e lhe dá vida e renascer em arte e em amor.

_Diana, tão doce nas palavras, os olhos infinitos que procuram em volta a dor e um sorriso que a conforte, que nos traz da natureza a quietude e da alma humana o sublime sentir da amizade. Quando falas estremeces o meu coração de menino intimidado. E no entanto, tudo é belo em ti, e sábio, do Minho lindo, onde Barcelos é apenas um espaço da vivência.

_A poesia de TiBéu que canta a saudade o amor eterno na infinitude do amor visceral, a maravilha do seu olhar sobre o belo que nos rodeia e que nos trouxe nas fotos de extrema beleza que traduzem a sua sensibilidade para a vida, a harmonia, a paz,  a consciência de ser um elo de cadeia que une e revigora. È de Leiria que me vem o teu olhar nobre e poético, o som harmonioso e feliz das tuas gargalhadas.

_Os contos eróticos de Ricardo, tanta ternura, a vida refulgindo nos mistérios da aventura de viver. Prosa cuidada, expressão madura, vem vindo, a dar-se a nós sempre que pode, ele é alguém que aviva o lume permanente do mundo poesia. E é Leiria o seu berço de onde emana pura sua amizade.

_Nayoko, porquê tanta amargura, sinto tanto que muito do que tu és e sentes se perde no silêncio que é ainda memória na memória das palavras. O teu sorriso, quando nos olhas firmemente, ilumina a página de onde sobressai a tua alma pura. Na margem sul do rio que banha a Capital és a rainha, acredita na tua imensa sabedoria.

_O Bruno contempla o mar revolto, inquieta-se no deslumbramento de se olhar menino, de vez em quando desperta-nos para uma realidade que se esconde na solidão do ser, a de que somos apenas uma gota minúscula que teima em sofrer. Chamo-te à alegria. Do Porto onde o trabalho é lei, ganha a força. És capaz de grandes ousadias e tens a vontade de vencer.

_Dreamer, ou o sonho belo da menina que pensa e vive o ser mulher e se constrói plena de vida, excitante na rebeldia da sua juventude. Tão profunda, tem o dom das palavras que seguem um rumo na descoberta do amor e do sentido que viver indica, é bela. Tem tanto para partilhar, linhas esbeltas de escrita, mas penso que ela não acredita quão sábios são os seus pensamentos.

  Princesa de Sintra que Lisboa namora com ansiedade de a ver revelar-se desnuda de medos, confiante dos valores que a constituem.

 

_A pobre_o_tanas, imagem colorida de uma mulher menina, doce e terna, amiga do coração, uma alma que se oculta na face mais exposta, tímida, a alma, que ela não. Ela é a coragem definida na ironia das palavras. Marcas salientes, sorriso abrangente.  Olhar de avisos à navegação. “olhem que eu não!...” é bela, linda …tem dotes valiosos e tem da vida a paixão. É da raia de Lisboa, da leziria exuberante e fruto de amores desavindos, tão profunda, esta menina que me traz cativo de amigo.

_Evoco a beleza de Laura que nos deixou imagens e palavras sedutoras, de Terras da Maia, Porto profundo, desavinda com a vida e da vida o amor, desilusões pungentes e nós que queriamos tanto agarrar a sua mão, manter-lhe o sorriso e a esperança. Sermos parte dela, da reconquista do ser...

_Da beleza etérea do Funchal, repartida entre Lisboa e a Ilha pérola, Neide, vincos na alma, que encanto de mulher. Belo o que pensa e escreve de onde se evidenciam os vincos que fazem dela um ser ainda maior que cresce e amadurece a cada momento que respira, deixou-nos apenas um principio de grandeza de alma, por isso lhe sinto mais a falta, porque imagino o bem que nos faria.

 

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