Quarta-feira, 26 de Outubro de 2011
C H O V E !...
imagem pública tirada da net
*
CHOVE!
*
pudera esta chuva já tardia
que fertiliza e renova a natureza
operar na mente humana
corrigindo a tenebrosa fantasia
de mergulhar nossa tristeza
no abismo de que a mentira se ufana

pudera esta chuva à revelia
dos conceitos servis por anedóticos
arrastar na lama da corrente
impelida pela nossa portentosa rebeldia
agentes da desgraça patrióticos
salvadores de pátrias vazias de gente

pudera esta chuva cósmica
fertilizar a alma da indignação
corrigindo a trajectória
da dinâmica que se manifesta harmónica
onde falta a humana ambição
de inverter os desígnios da história

pudera esta chuva úbere
e o cheiro a húmus que dela se eleva agreste
penetrar as mentes que ultrajam
os que procuram no amor quem os lidere
uma mulher uma criança que se preste
a ser maior que os torcionários que nos esmagam

pudera esta chuva ser alegria
tocada de sudoeste pela dança do vento forte
agigantar as ondas do mar revolto
que acordassem os povos da endémica apatia
entregues a mudanças sem norte

pudera esta chuva ser um vómito
que nos acordasse deste pesadelo colossal
como lava saída dum vulcão
inundasse de loucura o pensamento atónito
ante tanta cobardia sepulcral
que nos tolhe o movimento sem acção

pudera esta chuva ser a dinâmica
que acelera o motor e põe em marcha a consciência
à procura de respostas radicais
que confrontem a sordidez da orgia messiânica
arrasadora dos valores da nossa essência
e se erguessem luz e fogo em auroras boreais

autor: jrg
sinto-me: dinâmico
música: Os Vampiros-Zeca Afonso
publicado por NEOABJECCIONISMO às 02:10
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Terça-feira, 25 de Outubro de 2011
A POESIA...
imagem pública tirada da net
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A POESIA
***
a poesia desce à rua disfarçada
vestida de transparências
a ver se via poetas musas e poemas
achou uma menina perturbada
que soletrava nas palavras reticências
munida de complexos teoremas

ah se estes olhos são os teus
de azul esperança
de pensamentos profunda
quanta alma os meus
vêm na alma tua de criança
o amor que n'ela abunda

a poesia espreita em cada esquina
semi nua adolescente
a ver se via uma expressão de alegria
achou um menino traquina
que a correr lhe chamou musa ausente
deixando ao poeta a fantasia

ah se esse sorriso é o teu
é porque já nada em mim faz sentido
e os poetas calaram ou é segredo
que a noite mais bela brilha no breu
do teu sonho amanhecido
amedrontado por não teres o medo

a poesia observa a nitidez
dum corpo de mulher na alma recortado
vestida de pétalas enrubescidas
a ver se via nalgum poeta a sensatez
de mudar no tempo perturbado
o rumo a esmo d'almas empobrecidas

ah se esse sentir é o teu
no interior do ventre o meu futuro
quanto da alma ainda sente
na memória do tempo que não prescreveu
o mesmo trilho agreste e duro
o sabor a sangue de tanta imensa gente

a poesia sobe o pensamento
a ver se via a alvorada da mudança
mas a noite é ainda pesadelo
só as crianças sonham em movimento
porque são o sonho da esperança
que resiste a ser servida em tal modelo

ah se essa alma é a tua
mãe avó mulher inteira do belo amante
de cada clímax uma aventura
eterna juventude sem medo que não pactua
com a prepotência do gigante
que afronta o teu poder de bela e pura

a poesia desce à rua vestida de saudade
a ver se via milenar a transparência
por ser a mãe do homem da paz e do amor
onde toda a natureza é validade
por mais que fuja à humana consciência
a causa efeito que provoca a dor

autor:jrg
sinto-me: poético
música: Mafalda Veiga
publicado por NEOABJECCIONISMO às 00:46
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Sábado, 22 de Outubro de 2011
SALVADORES DA PÁTRIA...

imagem pública tirada da net

*

SALVADORES DA PÁTRIA

*
«««//»»»

*
é um vómito 

de escárnio
obsceno
o daqueles senhores
tão delicados
de palavras frias
insolentes

é duro dramático
mas que podemos fazer
que importa
se somos nós amigos nossos 
ou contrários
temos de roubar a todos
vós
por mais que sejam indignados

é um vómito
tão degradante
de delinquentes
aquelas figuras arregimentadas
olhares de aço
sorrisos tétricos
ameaçadores

são ingénuos figurantes
baralham dados
viciam jogo ateiam fogos
a nós que já vimos outros iguais
caçados como ratos
nas próprias armadilhas que tecem
acobardados

é um vómito
asco nojo repugnância
de mentes odiosas
cujas palavras
olhares
lábios conspurcam
a humana virtude

transmitem por omissão
a mensagem do larápio
ou se deixam roubar
ou morrem
não há como vos pagar o pão
podem gritar
porque somos nós os herdeiros da nação

é um vómito
de sábios ajavardados
acintosos
melhor será que partam
poupando-nos
os actos de violência
o cheiro pestífero 
do vosso sangue purulento 

não há homens
nem povos de natureza mansa
a ordem natural da vida é a ferocidade
apenas o medo
a cobardia da mentira
num falso equilíbrio instável
de silêncios suspensos

é um vómito
sobre a esperança
uma tortura permanente
na crista da arrogância 
já Kadhafi morreu
vitima da mesma ousadia
ante os povos em fúria

vêm de norte do sul
da raia do interior e litoral
enchem as ruas
de silêncio nos gritos de coragem
as crianças empunham sorrisos
as mães olhares
sobre um país de homens enfeudados

autor:jrg

 

sinto-me: indignado
música: Os Vampiros-Zeca Afonso
publicado por NEOABJECCIONISMO às 13:49
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Domingo, 16 de Outubro de 2011
15 DE OUTUBRO 2011 NA RUA...A MANIFESTAÇÃO DE LISBOA...
foto pública tirada da net
15 DE OUTUBRO 2011 NA RUA...
A MANIFESTAÇÃO DE LISBOA...
***
Outubro solarengo
as folhas mal começam a cair
o trânsito cortado
policias fardados e à paisana
apitos desesperados
de pessoas acossadas medianas

ligo o rádio
a ver se há noticias
Antena um relato de futebol
TSF bola em movimento
Antena dois toca musica sacra
algo no mundo está morrendo

lá vem a massa humana
será gente?
será extensa espessa?
ou um filamento a conta gotas
que murmura e grita
sem medo do sistema que a agita

entro pela cabeça embandeirada
a ver em cada rosto
o propósito de ir até ao fim
olho por olho e o sorriso
o gesto a força da alma indignada
aspiro dos corpos a esperança

crianças a pé ao colo
mulheres da nova MÁTRIA em construção
empunham as palavras
empunham a vontade de vencer
acreditando na evidência
de serem a força insubmissa da revolta

choro de emoção
a lembrar outros já longínquos momentos
atravesso a humana multidão
que sai à rua a tomar da consciência
que não são reses 
apascentadas por pastores sem dimensão

murmuro Mátria..à Mátria...pela Mátria
toco corpos e palavras
troco sorrisos desfaço teias
são muitos trazem de sonhos a alma cheia
são como um rio que anseia o mar
da liberdade em abundância

procuro a ver de quem conheça
mas os rostos são todos tão iguais
e volto à cabeça
a ver se me acho nas parecenças
com a sensação de ser eu em cada um
no rompimento do silêncio

penso nas centenas de cidades
nos oitenta países todos juntos na corrente
que decretam o fim da insanidade
por um conceito novo de humanismo emergente
que liberte a cativa humanidade
que a devolva sem demora à sua gente

o rio de gente desagua em delta
numa envolvência frente ao parlamento
empunham cartazes exigentes
exibem pensamentos virtudes de excelência
contra a rapina que os quer insolventes
reclamam BASTA não pagamos mais

autor: jrg

sinto-me: indignado
música: Os Vampiros-Zeca Afonso
publicado por NEOABJECCIONISMO às 01:38
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Sábado, 15 de Outubro de 2011
CONTRA O TERRORISMO FINANCEIRO...GLOBALIZAÇÃO DOS POVOS INDIGNADOS!...

 

 

imagem pública tirada da net

 

*

«««//»»»

**

 

O que nos trouxe a este limiar de mendicidade, além dum conjunto ancestral  de aventuras que alimentaram o sonho de sermos gente, foi, num passado recente, a vergonhosa campanha contra um homem só (José Sócrates) que resistiu à calúnia e à insidia personalizada, enquanto não lhe puxaram o tapete...que apesar da pressão do terrorismo financeiro internacional, defendeu, até ao impossível, a ideia de humanismo que marca o seu pensamento...a ganância de poder, para poderem implementar as medidas abjectas que se preparam para nos aplicar, levou a que se intoxicasse a opinião pública, num desvario de impropérios e desprestigio das pessoas envolvidas, que levou a uma subida galopante de juros sobre a divida pública e ao desacreditar das instituições que nos governam...este caos que se avizinha serve os interesses dos especuladores...dos iluminados que capitalizam lucros sobre a miserabilidade dum povo carismado de mansidão e desmobilizado ante a carência de bens e estímulos à prossecução da sua grandeza entre os demais...
Hoje, 15 de Outubro de 2011, também em Portugal, há várias manifestações públicas de indignação global...a ideia generalizada é a de que nos estão a asfixiar...por nós, pelos nossos filhos, pelos netos, pela humanidade que subsiste sob condições indignas a uma espécie que se auto-proclama detentora da verdade inter-planetária...inundem as ruas de afectos...de indignação...de resistência à rapina que de corte em corte nos reduzirá à mera condição de sobreviventes mecanizados...
Eu digo não...ao terror que este governo, a mando dos interesses do obscurantismo financeiro, faz abater sobre o povo Português...
Eu digo não...a ser arrastado nesta torrente...
Espero por vós!
jrg

na maré
que a lua influencia
de enchente
há um rumor em contra pé
que resiste à atrofia
emergente

autor: jrg
sinto-me: indignado
música: Os Vampiros-Zeca Afonso
publicado por NEOABJECCIONISMO às 13:19
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Quinta-feira, 13 de Outubro de 2011
VAGABUNDAGENS...

 imagem pública tirada da net
**
VAGABUNDAGENS...

***
um teto de madeira
todo pintado de branco
uma clarabóia
aberta no topo do telhado
onde os gatos se abeiram
e marcam
emanações odoríferas
que ondulam
se ampliam determinantes
duma existência vadia

uma casa amputada
sobranceira à sua quietude
na obliquidade
que o tempo tardiamente
arruinou
pátria de formigas
de pequenas aranhas corredias
também no cérebro das pessoas
que nela habitam
numa existência erradia

um espaço infinito
azul à vezes cinzento outras
de negro doirado
onde balança a nave térrea
que sustém a casa
as vidas que nela pernoitam
se constroem sonhos
se esgrimem
desespero e esperança
duma existência vagabunda

uma linha de água
amálgama de microrganismos
torrente líquida cristalina
e de lamas lixos subservientes
que arrastam
se arrastam à velocidade dos ventos
no equilíbrio do abismo
na magia da magnetização lunar
que o expande ou retrai
numa existência transviada

um tempo adúltero
compartimentado em segmentos
de hora minuto segundo
semana mês ano década século
em catadupas de acontecimentos
que se esvaem
ou se fixam e emergem de novo
num mesmo lato estrito conceito
oportunista
duma existência errante

uma estrela guia
que o avanço tecnológico apagou
terá caído? buraco negro
nem deus nem pátria nem amor
apenas um espectro de insolvência
que atravessa o absurdo
das leis físicas ou sobrenaturais
que impelem atracções
erguem barreiras às afinidades
numa existência extraviada

um mar de gente biliões
sitiados pela força da gravidade
nascidos ao acaso
do acaso que limita o tempo da idade
educados para obedecer
desde o berço trabalhar honrar vencer
não importa se a morte
inscrita ou descrita no ADN cósmico
anular o sofrimento
duma existência atribulada

então Zeus imperial
subscreveu o tratado das almas errantes
segundo o qual todos os deuses
e todos os mortais à deriva na paz celestial
cessariam de senso comum
as providências cautelares impostas à humanidade
onde toda a riqueza gerada
pelas artes as ciências e o trabalho
beneficiam do estatuto de bem humanitário
para uma existência sustentável

os mortais ainda indecisos
o ouro das heranças ancestrais
os bens móveis e imóveis topo de gama
as contas bancárias recheadas
uns porque as tinham dentro ou fora bem guardadas
outros porque as almejavam alcançar
e como fazer tão drástica se evidencia a mudança
cessar da vida humana a liderança
da bélica da secreta da religiosa da financeira
que torne a existência sã e amorável

convocarei todo o Olimpo
sobre as ruínas de Atenas à voragem rendida
soprarei ventos moverei terras
entre continentes provocarei terramotos
destruirei bunkers secretos
e todas as mentes de almas criminosas
lançarei a luz do entendimento
para os que de tais acervos fiquem órfãos
varrerei os céus de todos os deuses
para uma existência racionalizada


autor: jrg
sinto-me: inquietado
música: Os Vampiros-Zeca Afonso
publicado por NEOABJECCIONISMO às 22:25
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Domingo, 9 de Outubro de 2011
HÁ UM SILÊNCIO À DERIVA NA MARÉ...

 

foto pública tirada da net


*

HÁ UM SILÊNCIO À DERIVA NA MARÉ...

***
hoje ainda
neste quase absurdo
silêncio de viver
dum povo quase inteiro
que não esquece
ouço
um alarido interior
sob o abdómen
de vísceras a arder
a convocar a parte interna
onde milhões
de minúsculos átomos
tardam em amanhecer
*
não tinha havido
em toda a história
nada parecido
talvez Damião de Góis
à pira quase condenado
sob as vaias do obscurantismo
dum deus humanizado
cioso da verdade universal
e confrontado
com a luz de pensamento
quase igual
que acordava o povo
ensimesmado
*
hoje ainda
neste silêncio de trevas
onde cisma a consciência
ouço
a borbulhar instante
o movimento da maré aviltante
poluída
de naufrágios sapientes
que se agarram 
como lapas à fortaleza
dos povos ignorantes
pela falácia
rendidos
*
há um homem
tão simples como um povo
mortal
na pira da insídia
a arder
acossado pela maré emergente
sem piedade
cuja luz ainda cintilante
alerta
para esta atrocidade
que vergonhosamente
nos cativa e amolece
o pensamento
*
hoje ainda
desperto ao som 
dum toque de silêncio
esfrego os olhos
nada
apalpo o corpo
a ver se existo ou sou a ilusão
dum corpo desfeito
na armadilha da guerra
que voltou
para se redimir da mente insana
na deriva da maré
e nada
*
acordo estremunhado
na pele puída
vendedor ambulante
de ideias
que não rendem na bolsa
que silenciam
à espera de mulheres
da mulher
uma alma feminina
que reponha a mátria original
sobre a massa já falida
da máscula agonia
num toque de silêncio
*
hoje ainda
enleado na teia da indecência
maculado na minha dignidade
enlameado na história
dum povo 
às armas gritado
grito 
à mãe da memória
à consciência
à coragem que me abandonou
à esperança escondida
rasguem-me da teia as lianas
porque o silêncio acordou
*
há um silêncio
estranho à espera da maré
gente avulsa fatigada
que reclama
longe dos orgasmos
de quando o cheiro da carniça
atiçava multidões
por meras formalidades
queimando a energia que tinham
sem valimento
hoje reféns da noite de breu
almas mortas
num toque de silêncio
*
hoje ainda
a noite avança 
a compasso
golpe sobre golpe
mais por menos dá mais
menos por menos também
mais menos
os analistas comentam
como se o silêncio
fosse a tábua de salvação
uma no cravo dói
a outra a na ferradura
alivia a tensão
*
quem me meteu 
nesta alhada absurda de viver
sob a benção de um deus 
e do lascivo prazer
nascido da partilha
que inconsciensaliza o homem e a mulher
és maior
faz-te à vida
e eu a fazer-me a crescer
no perde e ganha
povo do meio
sem terra nem mar
só na alma do silêncio
*
autor: jrg

sinto-me: meditativo
música: requiem for dreams
publicado por NEOABJECCIONISMO às 11:50
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