6 comentários:
De maria de fátima a 24 de Outubro de 2008 às 11:02
Olá João isto parece mais um testamento, mas gostei muito de ler esta entrevista ao Luís Pacheco.Nunca ouvi falar dele só no teu blog quando publicaste outro artigo sobre ele.De facto ele é cá um personagem, mas gosto da maneira de ser dele.Beijinhos.
De NEOABJECCIONISMO a 24 de Outubro de 2008 às 12:32
olá Maria de Fátima.
Bom dia para ti, que és uma flor tão bela deste imenso jardim.
Não ouviste falar porque ele não existiu. Ele era um poema surrealista mascarado de homem. Se um dia encontrares um livro que se chama: O libertino Passeia por Braga, a Escolástica... ou Comunidade, compra e delicia-te com a prosa...
Desejo que tenhas um dia maravilhoso e um bom almoço. Amanhã é descanso, fica o trabalho de casa.
Beijinhos
De maria de fátima a 24 de Outubro de 2008 às 14:13
João amanhã é dia de compras para a semana, dia das limpezas da casa e da limpeza da roupa, enfim o trabalho de dona de casa que parece que nunca está feito.Beijinhos e tudo de bom para ti.
De NEOABJECCIONISMO a 24 de Outubro de 2008 às 17:13
Maria de Fátima
Ir ao hipermercado é uma distracção.Mas cuidado que está tudo preparado para te induzir ao gasto exagerado.
Para a casa tens de comprar um robot que faça tudo. E tu ficas a vê-lo rodopiar de canto em canto.
Assim sobra mais tempo para o passeio, ou para te deliciares com a net.
Beijinhos e bom fim de semana
De bizantino a 7 de Agosto de 2009 às 20:37
Luis Pacheco era um génio. Capaz de variar entre uma linguagem dura ,por vezes ordinária a uma linguagem sensível e bela,mas sempre com o dom da palavra. Um exemplo são o livro "um libertino ... em braga" não sei se está correcto o título e o conto "maternidade", acoselhava a leitura deste último pois é o exemplo de ser possível ser feliz pobre, como aliás foi a sua vida.
De NEOABJECCIONISMO a 7 de Agosto de 2009 às 21:58
Olá Miguel Oliveira.
Fico feliz por me teres achado entre milhares, feliz porque adoro essa Ilha bela de onde escreves palavras de sabores e cheiros singulares e de termos a mesma simpatia por um autor que procurou ser, sendo, sem se importar com o devir. Um autor que afrontou conceitos e preconceitos e viveu na libertinagem da vida por escolha própria, enojado da sociedade medíocre da sua época.
O libertino passeia por Braga a escolástica.... e Comunidade, não maternidade, são obras ímpares do pensamento de um homem que não se curvou nem mesmo perante quem, hipocritamente , se redimia dos pecados Faraónicos, ajudando-o a sobreviver. Zurzia em tudo o que mexesse gratidão.
Um abraço de amizade

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