4 comentários:
De Ana Cristina a 22 de Agosto de 2008 às 19:38
Olá Neo, observar assim são prazeres muito privados, gostei de ver através dos seus "olhos", voava? Eu costumo olhar o oposto, da cidade para as janelas e imaginar o que se passa lá dentro. :-)

Uma boa noite de 6ªfeira.
Ana Cristina
De NEOABJECCIONISMO a 23 de Agosto de 2008 às 00:29
Olá Ana Cristina.
Também a Ana Cristina parece que vem voando. E traz-me a alegria de palavras belas que vão de encontro ao que eu penso quando olho as luzes difusas da cidade. Pois não vejo janelas, mas sei que existem, não vejo casas nem ruas, mas sei que estão no lugar para onde eu olho; sequer vejo corpos ou almas, mas sei que existem, que choram, que riem, que cismam. E é o oposto da Cidade, a essência da Cidade.
Obrigado pela sua presença, não sendo bondosa (disse-me que não o era) é bela na sua totalidade. E traz luz a este espaço.
bom fim de semana para si.
Neo
De Astrid Annabelle a 24 de Agosto de 2008 às 23:31
Olá Neo,
consegui!!! Consegui chegar até a sua casa, depois de horas com a net andando a passo de tartaruga!
Gosto de ler suas histórias e essa, em particular, me levou ao tempo em que morava num apartamento em São Paulo, capital. Era um andar alto e dele se via da enorme janela da sala a cidade com seu rio e suas luzes, à noite, a brilhar . Uma ampla visão. Um tela abstrata mas real. Cento e oitenta graus de pura imaginação. Sem começo e nem fim entre o céu e o chão. Quantas vidas vivendo ali, embaixo, atrás das luzes! AH! Assim como você, ficava horas tentando invadir a intimidade daqueles brilhos...que acendiam e apagavam...piscando para mim.
Um trecho que adorei:
"E é amor o que vejo, tanto que me seduz, me pára o pensamento, me encanta de mim, porque são formas de amor distintas que eu vejo naqueles olhos e naqueles olhares. Amores diversos, acutilantes, que se entrecruzam."
Parabéns meu amigo!!!
Um beijo.
Astrid
De NEOABJECCIONISMO a 26 de Agosto de 2008 às 11:02
Olá Astrid
Imagino S.Paulo, um mundo em constante ebulição, e a sua alma sedenta de espalhar amor, por tantas almas que vagueiam desesperadas, porque perdidas de si mesmas.
Estou encantado de tudo o que vem de si. Palavras, energias positivas, paz, amor amigo e novas amizades, que, confiantes das palavras com que a Astrid me presenteia, vêm ver de mim e acarinhar-me com a sua sabedoria.
Seria ingrato se não referisse como o pólo aglutinador de toda esta convergência, uma outra alma que muito estimo e sem a qual eu estaria estagnado como as águas do sapal. Refiro a Patrícia, do blog samsara.
Astrid, obrigado por ter vindo. Obrigado por ter lido e pelas palavras sentidas de apreço. Caminhamos no infinito de nós.
Beijos

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